Manchas na pele, alterações de sensibilidade e outros sinais devem ser investigados por profissionais de saúde. Enfermeira orienta população a procurar uma Unidade Básica de Saúde ao perceber qualquer sintoma.
A informação e o diagnóstico precoce são grandes aliados no enfrentamento à hanseníase. Em Senador Canedo, a Secretaria Municipal de Saúde reforça o alerta para que a população fique atenta aos sinais da doença e procure atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ao identificar qualquer alteração no corpo.
A hanseníase é uma doença infecciosa que pode afetar a pele e os nervos, mas tem tratamento e cura quando identificada precocemente. Entre os principais sinais estão o aparecimento de manchas avermelhadas ou esbranquiçadas na pele, que podem apresentar perda ou diminuição da sensibilidade ao calor, frio, dor ou toque.
De acordo com a enfermeira Kíssila, da UBS Alvorada, é importante que a população não ignore mudanças na pele e busque avaliação profissional.
“Ao perceber qualquer mancha diferente no corpo, principalmente manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, com alteração de sensibilidade, é fundamental procurar uma unidade de saúde para que seja feita uma avaliação. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápido é iniciado o tratamento e maiores são as chances de evitar complicações”, orienta a profissional.
O tratamento da hanseníase é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e deve ser acompanhado por uma equipe de saúde. O acompanhamento adequado permite a cura da doença e ajuda a interromper a cadeia de transmissão.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a prevenção passa pelo cuidado, pela observação dos sinais e pela busca por atendimento. A população que apresentar sintomas deve procurar a UBS de referência para receber orientação, avaliação e, se necessário, iniciar o tratamento indicado.
Com o acompanhamento das equipes da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica, Senador Canedo segue fortalecendo as ações de prevenção, diagnóstico e cuidado aos pacientes com hanseníase.
Texto: Fernanda Pascoal
Fotos: Milenna Medrado







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