O curta-metragem “Zilá”, produzido em Porto Alegre (RS), apresenta uma história marcada pela solidão, pelas memórias do passado e pela busca por novos caminhos diante da realidade do presente
Na trama, Zilá, aos 70 anos, está cansada de viver sozinha. Entre a saudade das memórias do passado e a realidade do presente, ela decide embarcar em um ritual africano de esquecimento, dando início a uma jornada de enfrentamento de suas memórias e de conexão com a ancestralidade.
Produzido em 2026, o filme é uma obra de ficção e drama, com classificação livre, duração de 19 minutos e 46 segundos e recurso de Libras.
A direção é de Kaya Rodrigues, roteirista e diretora formada em Teatro pela UFRGS e especialista em Pedagogia da Arte. Há mais de 15 anos, desenvolve pesquisas relacionadas à cultura popular e à africanidade.
Kaya Rodrigues também é fundadora dos coletivos Criadoras Negras-RS e Macumba Lab, de cineastas negros do Rio Grande do Sul. Além da produção audiovisual, atua na curadoria e na formação de profissionais no campo do cinema negro.
“Zilá” se destaca por abordar temas como solidão, memória, ancestralidade e identidade, trazendo para a tela uma narrativa que dialoga com a cultura africana e com a experiência de uma mulher negra na terceira idade.
Texto por equipe Festival Curta Canedo 10 anos


















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